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"O diretor-geral da PF dizia que 32 ou 34 parlamentares da Alerj recebiam mesada do jogo do bicho", diz Gilmar Mendes no STF

'O diretor-geral da PF dizia que 32 ou 34 deputados da Alerj recebiam mesada do jogo do bicho O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quinta-feira (9) que ouviu de um diretor da Polícia Federal relatos de que mais de 30 deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro recebiam mesadas do jogo do bicho. A declaração foi feita durante o julgamento que discute como será a eleição para governador do Rio de Janeiro após a renúncia de Cláudio Castro. Em plenário, Mendes também citou a prisão do então presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar. "O presidente da Assembleia está preso. Eu conversava com o diretor-geral da Polícia Federal que dizia que 32 ou 34 parlamentares da Assembleia recebiam mesada do jogo do bicho", disse Mendes. Ao comentar o cenário político do estado, Mendes fez um desabafo: “Deus tenha piedade do Rio de Janeiro. Isso não pode ser causa de decidir, mas é preciso ter isso como motivo”. 1 de 1 O ministro Gilmar Mendes, do STF — Foto: Reprodução/TV Globo Julgamento no STF O STF analisa ações apresentadas pelo PSD para definir se a escolha do novo governador será direta, com voto popular, ou indireta, feita pela Alerj. Nesta quinta, o ministro Flávio Dino pediu vista e suspendeu a análise. Antes da suspensão da sessão, porém, André Mendonça pediu para antecipar o voto e acompanhou a posição pela eleição indireta. Ele foi seguido por Nunes Marques e Cármen Lúcia, formando placar de 4 a 1 nesse sentido. Dino argumentou que é necessário aguardar a publicação do acórdão do Tribunal Superior Eleitoral sobre a cassação do mandato de Castro. Segundo o ministro, é preciso verificar se a renúncia foi considerada válida pela Corte Eleitoral antes de definir o modelo de eleição. A ministra Cármen Lúcia, que também preside o TSE, afirmou que o acórdão deve ser publicado em breve. Situação do Rio Atualmente, o governo do estado está sob responsabilidade do presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto. Ele assumiu o cargo após a renúncia de Cláudio Castro, em 23 de março, um dia antes de o TSE retomar o julgamento que resultou na inelegibilidade do então governador por oito anos. O estado também está sem vice-governador desde maio de 2025, quando Thiago Pampolha deixou o cargo para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro.
09/04/2026 (00:00)
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