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Serviço prestado à sociedade será princípio das auditorias internas

As novidades trazidas pela atualização das normas globais e internacionais na área da auditoria interna para o setor público foram apresentadas, na sexta-feira (27/3), durante o evento “Conexão Auditoria”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “A auditoria interna está migrando da atividade de governança e controle para a atuação baseada no princípio do serviço prestado à sociedade”, afirmou a coordenadora de Auditoria Interna do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG), Tânia Maria Cordeiro. Na palestra, ministrada vitualmente, a servidora do tribunal mineiro descreveu as inovações trazidas nas normas internacionais para a prática profissional de auditoria interna (IPRF, sigla inglês para International Professional Practices Framework). A iniciativa de regulamentação é do instituto de auditores internos (IIA), que estabelece normas que servem como guia para os auditores em todo o mundo, definindo as práticas recomendadas e a avaliação da eficácia do desempenho da atuação. No Poder Judiciário brasileiro, a atividade é regulamentada pelas Resoluções n. 308 e 309/2020 do CNJ. Dentre as mudanças nas regras globais, a servidora destacou as que dizem respeito aos domínios, ou seja, às estruturas que organizam e orientam as práticas de auditoria interna. O principal aspecto é que, agora, além de se concentrarem na definição do propósito e na responsabilidade da atividade, os domínios compreenderão a abordagem da aplicação das normas fiscalizadoras também para auditorias do setor público, alcançando serviços prestados à sociedade. Os participantes do evento, que foi mediado pela coordenadora da Secretaria de Auditoria do CNJ, Amanda Côrtes Gomes, receberão certificação pela Escola Nacional do Judiciário (Enaju), instituída pela Resolução CNJ n. 643/2025. Conexão Auditoria A série de eventos Conexão Auditoria é um projeto da Secretaria de Auditoria do CNJ para integrar e aperfeiçoar unidades de auditoria interna do Poder Judiciário por meio de encontros virtuais síncronos. O foco é a troca de experiências e a disseminação de boas práticas, com uma abordagem informal e voltada ao dia a dia das auditorias internas. Texto: Mariana Mainenti Edição: Sarah Barros Agência CNJ de Notícias Número de visualizações: 6
31/03/2026 (00:00)
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